O Multilingualization (M17N) ou Suporte de Linguagem Nativa para um software de aplicação é feito em 2 passos.
Internationalization (I18N): Para fazer com que o software lide potencialmente com múltiplos locales.
Localization (L10N): Tornar o software útil num locale específico.
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Dica |
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Existem 17, 18 ou 10 letras entre "m" e "n", "i" e "n", ou "l" e "n" na multi-linguagem, internacionalização e localização, que correspondem a M17N, I18N e L10N. Consulte Internacionalização e localização para obter detalhes. |
O comportamento dos programas que suportam a internacionalização é
configurado pela variável de ambiente "$LANG" para
suportar a localização. O suporte de funcionalidades dependentes da
configuração regional pela biblioteca libc requer a
instalação dos pacotes locales ou
locales-all. O pacote locales
necessita de ser inicializado corretamente.
Se nem o pacote locales nem o pacote
locales-all estiverem instalados, o suporte a
funcionalidades regionais perde-se e o sistema utiliza mensagens em inglês
dos EUA e trata os dados como ASCII.
Este comportamento é o mesmo que "$LANG" é definido por
"LANG=", "LANG=C", ou
"LANG=POSIX".
O software moderno como o GNOME e o KDE são multilingue. Eles são
internacionalizados ao fazê-los lidar com dados UTF-8 e localizados ao disponibilizar as suas mensagens
traduzidas através da infraestrutura gettext(1). As
mensagens traduzidas podem ser disponibilizadas em pacotes de configuração
local independentes.
O atual sistema GUI de área de trabalho Debian normalmente define a
configuração regional sob o ambiente GUI como
"LANG=xx_YY.UTF-8". Aqui, "xx" são
códigos de idioma ISO 639 e
"YY" são códigos de
país ISO 3166. Estes valores são definidos pela caixa de diálogo
GUI de configuração do ambiente de trabalho e alteram o comportamento do
programa. Veja Seção 1.5.2, “A variável "$LANG"”
A representação mais simples dos dados de texto é o ASCII, que é suficiente para o inglês e utiliza menos de 127 caracteres (representáveis com 7 bits).
Mesmo o Inglês simples pode conter caracteres não-ASCII, ex. as marcas de citação esquerda e direita ligeiramente curvas não estão disponíveis em ASCII.
“double quoted text” is not "double quoted ASCII" ‘single quoted text’ is not 'single quoted ASCII'
A fim de suportar mais caracteres, foram utilizados muitos conjuntos de caracteres e sistemas de codificação para suportar muitas línguas (ver Tabela 11.2, “Lista de valores de codificação e a utilização deles”).
O conjunto de caracteres Unicode pode representar praticamente todos os caracteres conhecidos pelo ser humano com uma gama de pontos de código de 21 bits (ou seja, de 0 a 10FFFF em notação hexadecimal).
O sistema de codificação de texto UTF-8 adapta os pontos de código Unicode a um fluxo de dados de 8 bits sensato, compatível sobretudo com o sistema de processamento de dados ASCII. Este facto torna o UTF-8 a escolha mais moderna e preferida. UTF significa Unicode Transformation Format (Formato de Transformação Unicode). Quando os dados de texto simples ASCII são convertidos para UTF-8, têm exatamente o mesmo conteúdo e tamanho que o ASCII original. Por isso, não perde nada ao implementar a configuração regional UTF-8.
Sob a configurações regionais UTF-8 com programa
de aplicação compatível, pode apresentar e editar dados de texto em qualquer
língua estrangeira desde que as fontes e os métodos de introdução
necessários estejam instalados e ativados. Por exemplo, sob a configuração
regional "LANG=fr_FR.UTF-8", o
gedit(1) (editor de texto para o ambiente de trabalho
GNOME) pode mostrar e editar dados de texto em caracteres chineses enquanto
apresenta menus em francês.
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Dica |
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Tanto a nova configuração regional padrão " |
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Nota |
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Alguns programas consomem mais memória após suportarem I18N. Isto é porque estão codificados para usar UTF-32(UCS4) internamente para suportar Unicode para optimização de velocidade e consomem 4 bytes por cada caractere ASCII independentemente do locale selcionado. Mais uma vez, não perde nada ao implantar o locale UTF-8. |
Para que o sistema aceda a uma determinada configuração regional, os dados dessa localização devem ser compilados a partir da base de dados das configurações regionais.
O pacote locales não
vem com dados de localidade pré-compilados. É necessário configurá-lo como:
# dpkg-reconfigure locales
Este processo involve 2 passos.
Selecione todas as configurações regionais necessárias para serem compiladas no formato binário. (Certifique-se de que inclui pelo menos uma configuração UTF-8)
Definir a configuração regional predefinida de todo o sistema em
"/etc/default/locale" para usar com o PAM (veja Seção 4.5, “PAM e NSS”).
O valor da configuração regional por defeito do sistema definido em
"/etc/default/locale" pode ser substituído pela
configuração GUI para aplicações GUI.
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Nota |
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O sistema de codificação tradicional atual pode ser identificado por
" |
O pacote locales-all vem com dados de regionais
pré-compilados para todos os dados de região. Uma vez que não cria o
ficheiro "/etc/default/locale", poderá ter de instalar
também o pacote locales.
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Dica |
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O pacote |
Para troca de dados entre plataformas (veja Seção 10.1.7, “Aparelho de armazenamento amovível”), pode precisar de montar algum
sistema de ficheiros com codificações particulares. por exemplo, o
mount(8) para sistema de
ficheiros vfat assume CP437 se usado
sem opção. Precisa de fornecer uma opção explícita de montagem para usar
UTF-8 ou CP932 para
os nomes dos ficheiros.
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Nota |
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Quando se monta automaticamente uma Memória flash USB sob ambientes de trabalho modernos como o GNOME, pode fornecer tal opção de montagem ao clicar com o botão direito no ícone no ambiente de trabalho, clique no separador "Drive", clique para expandir "Definições" e insira "utf8" nas "Opções de montagem:". Não próxima vez que esta memória flash USB for montada, está activa a montagem com UTF-8. |
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Nota |
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Se está a atualizar o sistema ou a mover os discos de um sistema antigo não-UTF-8, os nomes de ficheiros com caracteres não-ASCII podem ser codificados com as codificações históricas e obsoletas como a ISO-8859-1 ou eucJP. por favor procure a ajuda de ferramentas de conversão de texto para convertê-los para UTF-8. Veja Seção 11.1, “Ferramentas de conversão de dados em texto”. |
O Samba usa Unicode para os clientes mais
recentes (Windows NT, 200x, XP) mas usa CP850
para os clientes mais antigos (DOS e Windows 9x/Me) por predefinição. Esta
predefinição para os clientes mais antigos pode ser alterada a usar
"dos charset" no ficheiro
"/etc/samba/smb.conf" por exemplo para CP932 para Japonês.
Existem traduções para muitas das mensagens de texto e documentos que são mostrados no sistema Debian, tais como as mensagens de erro, as saídas normais dos programas, os menus e os manuais. A cadeia de ferramentas de comandos gettext(1) do GNU é usada como a ferramenta backend para a maioria das atividades de tradução.
Sob "Tarefas" → "Localização" o aptitude(8) disponibiliza
uma lista extensa de pacotes binários úteis que adicionam mensagens
localizadas às aplicações e fornecem documentação traduzida.
Por exemplo, pode obter as mensagens localizadas para os manuais ao instalar
o pacote manpages-LANG. Para ler o
manual em linguagem Italiana para o nome_do_programa a
partir de "/usr/share/man/it/", execute o seguinte.
LANG=it_IT.UTF-8 man programname
O GNU gettext pode acomodar uma lista prioritária de idiomas de tradução com
a variável de ambiente $LANGUAGE. Por exemplo:
$ export LANGUAGE="pt:pt_BR:es:it:fr"
Para mais informações, consulte info gettext e leia a
secção "A variável LANGUAGE".
A ordem de ordenação dos caracteres com sort(1) e
ls(1) é afetada pelas configurações regionais. Exportando
LANG=en_US.UTF-8 ordena pelo dicionário
A->a->B->b...->Z->z, enquanto a exportação
de LANG=C.UTF-8 ordena na ordem binária
A->B->...->Z->a->b... do dicionário.
O formato de data de ls(1) é afetado pela configuração
regional (ver Seção 9.3.4, “Amostragem personalizada de hora e data”).
O formato de data de date(1) é afetado pela configuração
regional. Por exemplo:
$ unset LC_ALL $ LANG=en_US.UTF-8 date Thu Dec 24 08:30:00 PM JST 2023 $ LANG=en_GB.UTF-8 date Thu 24 Dec 20:30:10 JST 2023 $ LANG=es_ES.UTF-8 date jue 24 dic 2023 20:30:20 JST $ LC_TIME=en_DK.UTF-8 date 2023-12-24T20:30:30 JST
As pontuações numéricas são diferentes consoante as configurações
locais. Por exemplo, na configuração regional Inglês, mil virgula um é
mostrado como "1,000.1" enquanto na configuração regional
Alemão é mostrado como 1.000,1". Pode ver esta diferença
num programa de folha de cálculo.
Cada caraterística pormenorizada da variável de ambiente
"$LANG" pode ser substituída pela definição das variáveis
"$LC_*". Estas variáveis de ambiente podem ser
substituídas novamente pela definição da variável
"$LC_ALL". Veja a página de manual do
locale(7) para mais detalhes. A não ser que tenha uma
razão forte para criar configurações complicadas, por favor mantenha-se
afastado delas e use apenas a variável "$LANG" definida
para uma das configurações regionais UTF-8.
The keyboard system can be configured at different layers of the system.
Linux kernel: keyboard(5)
X server: setxkbmap(1),
xkeyboard-config(5), environment variable
XMODIFIERS
GUI desktop environment: Input Method framework: ibus,
fcitx5
Application: environment variables to set its input source:
GTK_IM_MODULE, QT_IM_MODULE,
QT_IM_MODULES, ...
Input method framework (IM) consists of:
Input method engine (IME): Actual input method
Configuration: Handles the configuration for IBus and other services such as IME
Panel: User interface such as language bar and candidate selection table
Multilingual input to the application is processed roughly as:
Keyboard UI panel Configuration Application
| ^ | | ^ ^
v | v v | |
Linux kernel -> Input method engine (IME) -+-> Gtk, Qt -+ |
| ^ | |
| | +-> X, Wayland -+
v |
IME plugin (ibus-mozc, ...)
The Debian system can be configured to work with many international keyboard
arrangements using the keyboard-configuration package.
# dpkg-reconfigure keyboard-configuration
For the Linux console and the X Window system, this updates configuration
parameters in "/etc/default/keyboard". Many non-ASCII
characters including accented characters used by many European languages can
be made available with dead key, AltGr key, and compose
key.
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Nota |
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Se o ibus estiver ativo, a sua configuração clássica do teclado X através do
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Unlike the X Window protocol, the Wayland core protocol doesn't even support
the input of accented characters. Popular Wayland Compositors, such as
Mutter for GNOME or KWin for KDE, implement extension protocols such as the
text-input-unstable-v3 for the text input (see "current Wayland protocols and their
support status").
The text-input-unstable-v3 protocol works well with Input
methods for Wayland (see "Wayland input method project
post-mortem").
Most GUI applications are built with GUI libraries such as GTK or Qt which
support this text-input-unstable-v3.
Popular Input Method Engines (IME), such as IBus
or Fcitx (version 5), can work with
this text-input-unstable-v3.
IMEs support text input for many languages with plugins.
Recent IMEs integrate X Keyboard
Extension (XKB) functionalities such as setxkbmap
previously provided by the X Window to support accented character text input
for European languages for Wayland.
For GNOME, "ibus" is the default IME which is
automatically installed via its package dependency.
Most multilingualized keyboard input features can be configured from "GNOME Settings" or "GNOME Tweaks".
Some multilingualized keyboard input features may need to be configured from
the ibus-setup(1) command.
The emoji keyboard input is available by typing SUPER-. (period) followed by a keyword for each emoji and SPACE-keys.
The list of IBus and its plugin packages are the following.
Tabela 8.1. List of IBus and its plugin packages
| pacote | popcon | tamanho | locale suportado |
|---|---|---|---|
| ibus | V:213, I:253 | 1828 | estrutura de método de entrada que usa dbus |
| ibus-mozc | V:2.1, I:3.8 | 978 | Japonês |
| ibus-anthy | V:0.5, I:1.2 | 8958 | Japonês |
| ibus-skk | V:0.04, I:0.15 | 242 | Japonês |
| ibus-kkc | V:0.03, I:0.19 | 211 | Japonês |
| ibus-libpinyin | V:1.2, I:5.1 | 2767 | Chinês (para zh_CN) |
| ibus-chewing | V:0.18, I:0.90 | 288 | Chinês (para zh_TW) |
| ibus-libzhuyin | V:0.00, I:0.11 | 41009 | Chinês (para zh_TW) |
| ibus-rime | V:0.27, I:0.49 | 78 | Chinês (para zh_CN/zh_TW) |
| ibus-cangjie | V:0.02, I:0.12 | 235 | Chinês (para zh_HK) |
| ibus-hangul | V:0.3, I:2.0 | 264 | Coreano |
| ibus-libthai | V:0.00, I:0.05 | 84 | Thai |
| ibus-table-thai | I:0.05 | 59 | Thai |
| ibus-unikey | V:0.20, I:0.42 | 286 | Vietnamita |
| keyman | I:0.10 | 507 | Multilingual: Keyman plugin for over 2000 languages |
| ibus-table | V:0.08, I:0.99 | 2271 | table plugin for IBus |
| ibus-m17n | V:0.3, I:2.0 | 373 | Multilingue: Indiano, Árabe e outros |
A estrutura de método de entrada Fcitx (versão
5) é popular com os utilizadores Chineses e compatível com
"ibus".
The list of "fcitx5" and its plugin packages are the
following.
Tabela 8.2. List of Fcitx5 and its plugin packages
| pacote | popcon | tamanho | locale suportado |
|---|---|---|---|
| fcitx5 | V:7, I:12 | 761 | estrutura de método de entrada compatível com "ibus" |
| fcitx5-mozc | V:1.0, I:1.6 | 1260 | Japonês |
| fcitx5-anthy | V:0.06, I:0.20 | 808 | Japonês |
| fcitx5-skk | V:0.05, I:0.14 | 369 | Japonês |
| fcitx5-kkc | V:0.00, I:0.06 | 416 | Japonês |
| fcitx5-chinese-addons | I:9.0 | 17 | Chinês (meta-pacote para zh_*) |
| fcitx5-pinyin | V:3.8, I:9.4 | 1044 | Chinês (para zh_CN) |
| fcitx5-chewing | V:0.2, I:1.0 | 217 | Chinês (para zh_TW) |
| fcitx5-zhuyin | I:0.06 | 41051 | Chinês (para zh_TW) |
| fcitx5-rime | V:0.44, I:0.84 | 371 | Chinês (para zh_CN/zh_TW) |
| fcitx5-table-cangjie-large | I:0.12 | 1292 | Chinês (para zh_HK) |
| fcitx5-hangul | V:0.09, I:0.23 | 235 | Coreano |
| fcitx5-libthai | I:0.05 | 119 | Thai |
| fcitx5-table-thai | I:0.08 | 34 | Thai |
| fcitx5-unikey | V:0.08, I:0.20 | 588 | Vietnamita |
| fcitx5-m17n | V:0.12, I:0.51 | 259 | Multilingue: Indiano, Árabe e outros |
| fcitx5-table | V:0.4, I:9.2 | 520 | table plugin for fcitx5 |
| fcitx5-keyman | V:0.03, I:0.04 | 235 | Multilingual: Keyman plugin for over 2000 languages |
Acho muito útil o método de entrada de Japonês começado sob ambiente Inglês
"en_US.UTF-8"). Aqui está como fiz isto com o IBus para
GNOME em Wayland:
Install the Japanese input tool package ibus-mozc (or
ibus-anthy).
Selecione "Definições" → "Teclado" → "Fontes de Introdução" → clique em
"+" em "..." → "Outro" → "Japonês" e clique "Adicionar".
Pode escolher tantas fontes de entrada quantas desejar.
Voltar a fazer login na conta do utilizador.
Configure cada fonte de entrada clicando com o botão direito do rato no ícone da barra de ferramentas GUI.
Alterne entre as fontes de entrada instaladas com SUPER-ESPAÇO. (SUPER é normalmente a Tecla Windows.)
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Dica |
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Se pretender aceder ao ambiente de teclado só com o alfabeto com o teclado
físico japonês no qual shift- |
For Wayland:
The im-config package does nothing and can be removed
safely.
You probably don't need to set environment variables except for the backward compatibility etc.
If you need to set environment variables, create a file such as
~/.config/environment.d/50-input-method.conf to set them.
For X Window:
Install the im-config package.
A entrada do menu GUI para im-config(8) é "Input method"
(Método de entrada).
Em alternativa, execute "im-config" a partir da shell do
utilizador.
O im-config(8) comporta-se de modo diferente se o comando
for executado pelo root ou não.
im-config(8) activa o melhor método de entrada do sistema
e é predefinido sem qualquer acção do utilizador.
A consola do Linux apenas pode mostrar caracteres limitados. (Precisa usar
programas de terminal especiais como o jfbterm(1) para
mostrar linguagens não-Europeias numa consola não GUI.)
O ambiente GUI (Capítulo 7, Sistema GUI (interface gráfica de utilizador)) pode apresentar quaisquer caracteres em UTF-8, desde que as fontes necessárias estejam instaladas e ativadas. (A codificação dos dados originais do tipo de letra é tratada e transparente para o utilizador.)
The Debian system can be configured to work with many international console
arrangements using the console-setup package.
# dpkg-reconfigure console-setup
For the Linux console and the X Window system, this updates configuration
parameters in "/etc/default/console-setup". This also
configures the Linux console font. Many non-ASCII characters including
accented characters used by many European languages can be made available
with dead key, AltGr
key, and compose key.
Existem vários componentes para configurar a consola de caracteres e as
funcionalidades do sistema ncurses(3).
O ficheiro "/etc/terminfo/*/*"
(terminfo(5))
A variável de ambiente "$TERM"
(term(7))
setterm(1), stty(1),
tic(1) e toe(1)
Se a entrada terminfo para o xterm não
funcionar com um xterm não Debian, mude o seu tipo e
terminal, "$TERM", de "xterm" para uma
das versões de funcionalidades limitadas como o
"xterm-r6" quando iniciar sessão num sistema Debian
remotamente. Veja "/usr/share/doc/libncurses5/FAQ" para
mais. O "dumb" é o denominador comum mais baixo para
"$TERM".
Em localizações ao leste da Asia, o desenhar de caixa, os caracteres Gregos e Cirílicos podem aparecer mais largos que o desejado e causarem o desalinhamento do resultado do terminal (veja Standard Unicode Annex #11, 4.2 Caracteres Ambíguos).
Pode contornar este problema:
gnome-terminal: Preferências → Perfis → nome do
perfil → Compatibilidade → Caracteres de Largura Ambígua →
Estreito
ncurses: Define ambiente export
NCURSES_NO_UTF8_ACS=0.